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domingo, 24 de abril de 2011

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (5): Beijing

Capital da onipresente China - esse país superlativo que, a cada ano, desafia e surpreende as expectativas do restante do mundo - Beijing (“Capital do Norte”, em mandarim) é certamente a cidade que melhor representa, aos olhos do estrangeiro, o caleidoscópio político, econômico e cultural chinês.

Diferentemente da exuberante Shanghai - com seus prédios históricos e arranha-céus luminosos que misturam Londres, Nova Iorque e Las Vegas - e das cidades industriais da província de Guangdong (Cantão), Beijing ostenta não só a modernidade ocidentalizada, mas também a tradição, o poder e a história desse povo singular, cuja civilização remonta à Idade do Bronze.

Para aqueles, como eu, cuja idade (melhor dizendo, experiência...) permite lembranças que retrocedem a algumas décadas, a palavra “Beijing” carrega imagens díspares: desfiles militares no 1º de Maio e multidões erguendo em suas mãos o Livro Vermelho de Mao vêm à mente junto com o espetáculo coreográfico da abertura das Olimpíadas de 2008. O mar de bicicletas guiadas por chineses em idênticas roupas de brim se mescla com o moderno trem-bala carregando executivos de terno e jovens em calças jeans.

O que aconteceu nesses últimos 50 anos? Centenas de livros ainda tentam explicar como os grandes pôsteres manuscritos (“dazibaos”) foram substituídos pelos smartphones. E por que os Livros Vermelhos agora repousam sobre as bancas de camelôs ao lado de quinquilharias de $ 1,99. A China desconfiada e temerosa de tudo o que estava além de suas fronteiras, passou a acolher, reproduzir e desenvolver idéias e ideais estrangeiros.

A Grande Muralha convive, hoje, com o Ninho de Pássaro.

Ainda assim, é a Praça da Paz Celestial (Tiān Ān Mén Guǎng Chǎng) e seu entorno que contêm, na minha modesta opinião, a essência de Beijing. Esse grande retângulo de cimento, equivalente a cerca de 60 campos de futebol, foi palco de manifestações históricas e lutas sangrentas. Aqui, o governo e o povo estiveram juntos diversas vezes, nem sempre, entretanto, do mesmo lado.

Hoje, a imensa praça abriga uma multidão de turistas - a maior parte, chineses dos mais variados recantos deste que é o 3º maior país do mundo em extensão geográfica. Dali podem ver, ao norte, a Cidade Proibida, sede do poder imperial durante quase 500 anos. Ao sul, o Memorial de Mao Zedong, talvez o último chinês cujo poder rivalizou com o dos antigos imperadores. A leste, o Museu Nacional da China e, a oeste, o Grande Salão do Povo, sede do Parlamento chinês.

Alguns dias serão necessários para o turista que queira conhecer todos esses locais. Vários anos podem não ser suficientes para compreender tudo o que já se passou ali e seu significado para a China e o mundo. E, enquanto o mundo tenta entender a China, a China segue se transformando.

Que resultado terá essa extraordinária dialética entre história e modernidade, tradição e mudança, comunismo e capitalismo, Oriente e Ocidente? Dizem que, certa vez, perguntaram a Zhou Enlai, grande político chinês e contemporâneo de Mao, que opinião tinha da Revolução Francesa. “É muito cedo para dizer”, teria respondido. Os chineses não têm pressa: para eles, o futuro está apenas começando.

Escritórios virtuais em Beijing

A China tem seu modo particular de fazer negócios. Em lugar de reuniões no escritório, grandes jantares são a opção preferencial. Nestes, os convivas se sentam ao redor de mesas circulares, cujos assentos são cuidadosamente dispostos conforme a importância dos participantes. Logo em seguida, começam os gānbēi (brindes) com báijiǔ (aguardente) - se o convidado é especial, é provável que seja servida Moutai, considerada a melhor báijiǔ e dotada de um generoso (53%) percentual de álcool.

Assim, o que começa com seriedade e formalidade, logo se transforma em alegre celebração e, não raro, termina em mútua confiança e negócio fechado, pois os chineses parecem concordar com o velho adágio latino “in vino veritas”.

Isso não quer dizer que não se faça, em Beijing, negócios à moda ocidental. Não muito distante da Praça da Paz Celestial, o China Resources Building, da rede asiática de escritórios virtuais The Executive Center, oferece as facilidades já conhecidas dos clientes de escritórios virtuais, como endereço corporativo, salas mobiliadas para trabalho e reuniões, infraestrutura de telefonia, internet e café - ou seria chá?

Se você se interessou pelo tema, leia também nossos posts anteriores:

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (1): Londres
Escritórios Virtuais ao redor do mundo (2): Estocolmo
Escritórios Virtuais ao redor do mundo (3): Orlando
Escritórios Virtuais ao redor do mundo (4): Paris

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (4): Paris

O que mais resta para ser escrito sobre esta que é, na opinião de muitos (e em minha opinião também), a mais bela cidade do mundo?

Situada em um vale sem maiores atrativos, banhada por um rio tímido e sem qualquer outro acidente natural (montanhas, lagos etc.) relevante em sua paisagem, Paris conseguiu, graças ao engenho e arte de um povo banhado em cultura e história, tornar-se o paradigma da polis moderna: tradicional e contestadora, sagrada e pagã, conservadora e cosmopolita; nela todas as facetas da vida urbana se encontram, se chocam e se completam, de um modo absoluta e surpreendentemente harmonioso.

Se, por um lado, a Notre Dame se ergue sobre as ruínas romanas de um templo dedicado a Júpiter, um obelisco egípcio de 3.300 anos marca o local onde os jacobinos montaram a guilhotina ― lâmina simbolicamente divisória das Eras Moderna e Contemporânea. Caminhando por essas pedras históricas, turistas distraídos buscam as largas calçadas da Avenida Champs-Élysées, enquanto lotam os cartões de memória de suas máquinas digitais com imagens que, sem qualquer esforço, surgirão tão belas quanto os cartões-postais que decoram as boutiques de souvenirs.

Mas, dizia eu, o que resta mais para se dizer sobre Paris? Tendo visitado essa cidade em diferentes épocas, nunca deixo de me surpreender pelas suas cores. Cores dos pratos tentadoramente exibidos nos restaurantes. Das flores cuidadosamente distribuídas nos geométricos jardins. Das peles e roupas da população de origem árabe, africana, caribenha, asiática e sul-americana além, é claro, dos europeus. Dos quadros reverentemente expostos nos museus ou despreocupadamente exibidos pelos artistas de rua. E, principalmente, cores do céu de Paris.

Emoldurando o verde-escuro dos tetos de ardósia, o céu parisiense varia dos sóbrios tons de cinza outonais aos feéricos azuis de verão. Em fins deste último agosto, quando os dias se estendiam generosamente até as 21 h, o róseo crepúsculo dava lugar, em questão de minutos, a um azul-cobalto cortado pelos fachos dourados que iluminam os grandes monumentos da cidade. Hora de ligar a máquina fotográfica, mais uma vez...

Escritórios virtuais em Paris

À parte o lado turístico, cultural, histórico, artístico, arquitetônico e gastronômico, Paris é, voilá, também uma cidade de negócios. Com voos internacionais para qualquer lugar do mundo, um respeitável centro financeiro e escritórios de grandes empresas nacionais e estrangeiras, Paris movimenta mais de € 500 bilhões anualmente, cerca de ¼ do PIB da França.

Maior destino turístico do mundo; sede de 38 das 500 maiores empresas da Fortune, quartel-general de diversos organismos mundiais, como a UNESCO; Paris é reconhecidamente uma das três cidades mais importantes e influentes do planeta.

Tanta movimentação se reflete, é claro, em uma grande oferta de escritórios virtuais. Aproveitei minha mais recente estada na cidade para conhecer o Multiburo, centre d’affaires com escritórios em várias cidades de França e Bélgica. Dentre os endereços da empresa em Paris, escolhi um perto do meu hotel: o Multiburo Opéra, situado próximo à Ópera Garnier, à Bolsa de Paris e Grands Magasins, como a Galeria Lafayette e Printemps.

Situado em um tradicional prédio de 6 andares, totalmente reformado, com instalações elegantes e funcionais, o escritório oferece salas equipadas com telefone e internet, 60 postos de trabalho em espaço compartilhado e 3 salas de reunião, bem como domicílio fiscal.

Assim como em Paris, no Rio de Janeiro também se pode encontrar serviços de escritórios virtuais, com qualidade de primeiro mundo. E se não temos museus, jardins e vinhos tão bons, podemos oferecer praias, natureza e um cafezinho acompanhado da tradicional simpatia carioca!

Se você se interessou pelo tema, leia também nossos posts anteriores:


Escritórios Virtuais ao redor do mundo (1): Londres.
Escritórios Virtuais ao redor do mundo (2): Estocolmo.
Escritórios Virtuais ao redor do mundo (3): Orlando.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (3): Orlando

Paraíso das compras ou ícone do consumismo? Importante centro de negócios ou apenas um parque de diversões gigante? Progressista metrópole pós-moderna ou impessoal cidade de brinquedo?

Quando o assunto é esta localidade da ensolarada Flórida, a controvérsia é quase certa. Há quem torça o nariz para a modesta oferta cultural e gastronômica, enquanto outros elegem a cidade como destino anual obrigatório. Seja como for, não se pode negar que, com um influxo anual superior a 50 milhões de turistas (200 vezes a população local!), Orlando é um caso de sucesso.

Sucesso tardio. Tal e qual um empreendedor em busca do negócio perfeito, a jovem cidade experimentou vários ramos de atividades: findas as guerras entre os pioneiros brancos e os nativos Seminoles por volta de 1850, a região foi ocupada por fazendas; tornou-se centro da indústria cítrica da Flórida até fins do século XIX; região de veraneio a partir da década de 1920; polo da indústria aeromilitar após a Segunda Grande Guerra... Foi apenas em 1965 que Orlando encontrou aquela que seria sua vocação: os parques temáticos.

Naquele ano Walt Disney, já então um ícone do empreendedorismo norteamericano, iniciou a construção da Disney World. O parque temático inaugurado em 1971 evoluiu para o que é hoje o Walt Disney World Resort [1], complexo de 100 km² com parques, hotéis, comércio e restaurantes. Também estimulou empreendimentos similares, como o Universal Orlando Resort, Wet 'n Wild e Sea World. E, na esteira dos visitantes que para ali afluem, formou-se um polo de comércio que faz a alegria dos turistas estrangeiros e, em particular, dos brasileiros.

Ainda que o visitante de Orlando seja tentado a se deixar abandonar à diversão pura e simples, aquele que consegue manter um olhar profissional atento pode perceber, na organização dos parques, detalhes tão interessantes quanto os próprios brinquedos.

Os imensos estacionamentos, por exemplo, são organizados de forma a facilitar ao recém-chegado encontrar rapidamente uma vaga, enquanto o deslocamento para o parque é encurtado por esteiras rolantes ou veículos especiais. Tudo para que o turista chegue rapidamente ao centro de consumo, digo, de diversão.

Os parques, por sua vez, são de uma organização impecável. Um exército de funcionários trabalha incessantemente (e sem chamar atenção) para manter tudo limpo e orientar os visitantes. Até as imensas filas são preparadas de forma a conter algum tipo de diversão, transformando espera em entretenimento.

E, é claro, ao lado e após cada brinquedo há uma “lojinha” com produtos temáticos associados, rapidamente adquiridos pelo visitante ainda sob efeito da adrenalina e endorfina recém liberados...

Assim, juntando arquitetura, engenharia, marketing, logística, vendas (endocrinologia?), os parques de Orlando são um impecável modelo de negócios e, ainda assim (ou por isso mesmo), extraordinariamente divertidos!

[1] A rigor, o Walt Disney World Resort fica nas cidades de Lake Buena Vista e Bay Lake, vizinhas a Orlando e administradas pela própria Walt Disney Company. As “cidades” juntas têm menos de 40 habitantes e consistem exclusivamente das instalações da Disney. Tal divisão administrativa formal passa despercebida ao visitante.

Escritórios virtuais em Orlando

A pujança econômica de Orlando, apoiada no turismo e comércio, pode ser também aferida pela presença de escritórios virtuais. São vários, estendendo-se do centro de Orlando para as cidades vizinhas de Kissimmee e Clermont.

O Execu Suites é um bom exemplo: surgiu na própria cidade, onde tem hoje dois escritórios, Downtown e Southwest. Oferece os serviços típicos de um escritório virtual, como atendimento telefônico, locação flexível de espaços de trabalho e apoio administrativo.

Instalado em um moderno prédio, próximo ao cruzamento da South Kirkman Road com Vineland Road ― duas das várias largas e rápidas avenidas locais ― o Southwest Orlando Office (v. foto) é o retrato dessa cidade que privilegia o espaço horizontal e o automóvel como meio de transporte. E, para se ter certeza de que se está Orlando, não é preciso guiar muito: o Universal Orlando Resort está a apenas 3 km de distância.

Diversão e negócios: uma combinação que Orlando levou à perfeição!

Se você se interessou pelo tema, leia também nossos posts anteriores:

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (1): Londres
Escritórios Virtuais ao redor do mundo (2): Estocolmo

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (2): Estocolmo

O arquipélago de 14 ilhas interligadas por uma teia de 53 pontes marca não apenas o encontro do lago Mälaren (pronuncia-se “Mêlaren”) com o mar Báltico. Ali está situado um centro comercial com mais de 700 anos de história, que hoje é a sede do governo sueco e uma das cidades mais dinâmicas da Europa.

A privilegiada localização fez de Estocolmo um ponto estratégico (o nome da cidade significa “Ilha Fortificada”) desde os tempos medievais. A zelosa política de seus governantes e o trabalho diligente da população tornou-a um importante centro econômico e uma das cidades com melhor qualidade de vida no mundo.

Uma visita a Estocolmo ― com suas ruas limpas, belos parques, povo ordeiro e eficiente infraestrutura urbana ― confirma o estereótipo que todos temos das sociedades nórdicas. As inúmeras embarcações circulando ou simplesmente ancoradas às margens do Mälaren nos lembram o profundo vínculo que esses descendentes dos vikings mantêm com o mar: o sueco típico tem uma casa, um carro e um barco.

Como toda a cidade portuária, Estocolmo é aberta para o novo. Isso se reflete na intensa atividade cultural (são mais de uma centena de museus, além de teatros, cinemas e duas óperas) e no interesse científico (além das várias universidades, não nos esqueçamos que aqui é a sede da Fundação Nobel e local de entrega de seus famosos prêmios).

Embora tenha estado na cidade em viagem profissional, não pude deixar de notar seu apelo turístico. Estocolmo, entretanto, equilibra eficientemente o turismo e os negócios. Os prédios históricos e belas paisagens convivem com uma atividade frenética, responsável por 1/3 do PIB da Suécia.

Escritórios virtuais em Estocolmo

Estocolmo é a sede da maior parte das empresas suecas, algumas das quais estão entre as maiores do mundo: ABB (equipamentos), Ericsson (telecomunicações), Electrolux (eletrodomésticos), H&M (vestuário), Scania (veículos pesados) e Volvo (veículos) são alguns exemplos.

Se juntarmos esses gigantes industriais a um forte centro financeiro e à vocação comercial da cidade, teremos uma noção da intensa atividade econômica que permeia a aparente tranquilidade desta metrópole escandinava.

Assim, não é de se estranhar que Estocolmo abrigue diversos escritórios virtuais. Uma caminhada pelos arredores da Sergels Torg e Sergelgatan (v. foto), no coração comercial da cidade, permite que encontremos diversos deles. São exemplos o City Office World Trade Center e o Drottninggatan Serviced Office que, entre outras vantagens, oferecem rápido acesso ao sistema público de transporte ― uma facilidade de grande valor nas metrópoles européias, onde é raro (e caro!) locomover-se com carros particulares no centro urbano.

Os clientes do Escritório Virtual Espaço 2D também conhecem a conveniência de se ter uma estação de metrô, pontos de ônibus e táxi nas proximidades. Seja no calor tropical ou no frio escandinavo, os escritórios virtuais são uma solução inteligente para grandes, médias e pequenas empresas que compartilhem a busca pela flexibilidade e baixos custos em seus negócios.

Se você se interessou pelo tema, leia também nosso post Escritórios Virtuais ao redor do mundo (1): Londres.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (1): Londres

Imponentes edificações com séculos de história, lado a lado com prédios ultramodernos. Tráfego pesado onde quase não se ouvem buzinas. Museus às dezenas, com acervos de incalculável valor, disponíveis à visitação gratuita. Belíssimos parques abertos o ano inteiro, ainda que sejam raros os dias de sol e calor. Pelas ruas movimentadas do centro, turistas ao celular param para fotos ao lado das tradicionais cabines telefônicas vermelhas.

Das cidades que conheço, Londres é aquela que considero ter conseguido o melhor equilíbrio entre tradição e modernidade. Possui todas as vantagens de uma metrópole (oportunidades econômicas, vida cultural intensa, conforto), sem perder o controle sobre os problemas típicos dos grandes centros urbanos (segurança, habitação, poluição).

Os motoristas estão (ainda) entre os mais educados do mundo. O metrô centenário, apesar de suas linhas volta e meia interrompidas para obras, ainda é um meio de transporte prático e eficiente. Os pontos turísticos, limpos e bem sinalizados, são encontrados sem problemas mesmo pelo visitante avesso ao idioma de Shakespeare.

A paranóia do terrorismo parece ceder pouco a pouco. Hoje, o grande inimigo dos ingleses é a crise econômica global.

Estive em Londres recentemente, na virada de Setembro para Outubro de 2008, exatamente quando as primeiras ondas de choque originadas da crise das hipotecas subprime norteamericanas abatiam as Bolsas do mundo inteiro e alguns (até então) insuspeitos ícones do setor financeiro.

Apenas duas semanas antes, houvera a maior corrida bancária na Inglaterra em um século, quando correntistas do Northern Rock (então o quinto maior financiador de hipotecas na Grã Bretanha) sacaram 1 bilhão de libras em apenas um dia. A crise estava nas capas dos tablóides, nos programas de entrevistas da TV e até ― como pude presenciar ― em “cacos” inseridos pelos atores das peças teatrais do West End, no mais puro estilo de humor britânico.

Não obstante, a cidade continuava com seu movimento tradicional, com turistas enfileirados para uma volta na London Eye, estudantes circulando pela exposição da vez na Tate Modern, moradores se abastecendo nos mercados e feiras... A Londres milenar e pragmática, que enfrentou as invasões vikings, a Peste Negra e os bombardeios nazistas, não se deixaria impressionar por mais uma crise.

Escritórios virtuais em Londres

Centro econômico mundial durante séculos e ainda hoje referência no mercado financeiro global através das diversas instituições instaladas na área central da cidade conhecida como “The City“, Londres possui, como não poderia deixar de ser, dezenas de escritórios virtuais. Em sua maior parte, podem ser encontrados no polígono financeiro-comercial que se inicia a leste do Hyde Park (Oxford Street), limitado ao norte pela linha Northern do metro e ao sul pelo rio Tâmisa, passando pelos arranha-céus da “City” e terminando a oeste da Tower Bridge.

Um desses escritórios virtuais é o Avanta Serviced Office, situado no número 10 da Margaret Street. Considerando que a rua está a apenas dois quarteirões das frenéticas Oxford Street e Regent Street ― pelas quais turistas apressados com suas bolsas de compras dividem o (exíguo) espaço com não menos apressados londrinos a caminho do escritório ― este é um endereço surpreendentemente tranquilo.

O prédio de típicos tijolos vermelhos abriga salas mobiliadas e equipadas para reuniões. O preço (a partir de £ 20/hora) não inclui, entretanto, o tradicional chá com biscoitos, cobrados à parte...

Os serviços de escritório virtual, como atendimento telefônico e apoio administrativo também estão disponíveis, atendendo desde profissionais com escritórios domésticos e pequenas empresas até grandes organizações.

O Avanta possui outros endereços em Londres: em comum, todos oferecem instalações confortáveis e localização conveniente (próximo a estações do metrô, restaurantes e comércio). Afinal, uma das principais vantagens de um escritório virtual é proporcionar um endereço de prestígio e infraestrutura moderna a preços convidativos ― opinião certamente compartilhada pelos clientes do Escritório Virtual Espaço 2D.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Escritórios Virtuais ao redor do mundo (introdução)

Cada dia mais e mais pessoas em todo o mundo se dão conta de que os escritórios virtuais podem ser a solução de que necessitam para viabilizar, aprimorar ou ampliar seus negócios.

Como já escrevi antes (*), os escritórios virtuais são um fenômeno típico da economia global e suas vantagens não se limitam a certos mercados regionais ou situações específicas. Ao contrário, sua flexibilidade e praticidade se mantêm atrativas nos mais diversos ambientes de negócios.

Não é surpresa, portanto, que os escritórios virtuais estejam se multiplicando pelo planeta: da fervilhante Nova Iorque à surpreendente Kampala. Dos lagos gelados da Escandinávia às praias tropicais do Caribe. Por todo o lado, empresários e profissionais de diferentes culturas encontram nos escritórios virtuais uma alternativa inteligente para se pôr em vantagem frente à concorrência.

Para ilustrar esse fato, decidi publicar alguns posts com exemplos de escritórios virtuais em diferentes cidades do mundo. Sempre que possível, tentarei trazer para o texto um pouco das características de cada local - como se estivéssemos viajando juntos e conhecendo um pouco da cultura e do ambiente de negócios de cada país.

Espero que vocês se interessem e - por que não? - se divirtam também.

Breve enviarei o primeiro capítulo: Londres.

Até lá.

(*) Vejam no website do Escritório Virtual Espaço 2D a série de artigos “Escritórios Virtuais e Globalização” em http://www.espaco2d.com.br/artigos.htm.