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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

10 dicas para fazer sua empresa parecer maior do que é

O website australiano SmartCompany se dedica à difusão de informações e novidades sobre temas ligados ao empreendedorismo. Este mês, a seção dedicada a novas empresas publicou o artigo “10 ways to make your business appear bigger than it actually is”.

Apesar do título controverso, o artigo apresenta o resultado de uma pesquisa com especialistas propondo sugestões para melhorar as chances de as pequenas empresas conquistarem grandes clientes.

“Todo proprietário de uma pequena empresa sabe como é difícil conquistar seus primeiros clientes. Só o fato de ser pequeno já é razão suficiente para que clientes potenciais automaticamente o rejeitem, e lutar contra isso não é uma tarefa fácil.”

Como ninguém quer perder o jogo sem ao menos entrar em campo, é válido lançar mão de recursos para, no mínimo, ter uma oportunidade de mostrar seu trabalho e sua competência.

Porém, uma primeira impressão desfavorável pode ser fatal para as pretensões da pequena empresa. Assim, “parecer maior do que é” nada mais é do que adotar uma interface mais profissional com os clientes, evitando ser visto como frágil e não-confiável.

Mas vamos às dicas:

1 – Construa um website bacana: olhar a página de sua empresa na internet será uma das primeiras coisas que os possíveis clientes farão.

2 – Desenvolva sua presença nas mídias sociais: ajudará a estabelecer experiência e autoridade na sua área de atuação.

3 – Fale como “grande”: se você é CEO, contador e cuida do marketing na sua empresa, apresente-se apenas como mais um “diretor”. O cliente terá a imagem de uma empresa com um organograma mais complexo.

4 – Faça relações públicas: contrate um especialista (pode ser um freelancer) para profissionalizar seus esforços em RP.

5 – Consiga um endereço de prestígio: embora grandes empresas tenham começado na garagem ou no quarto dos fundos, um escritório bem situado transmite credibilidade.

6 – Produza material de promoção de qualidade: não economize em cartões, folhetos e papel timbrado. Se necessário, peça ajuda profissional.

7– Estabeleça uma missão: ajuda a consolidar a imagem da empresa junto aos clientes.

8 – Contrate um escritório virtual: permite um atendimento em tempo integral e, mais uma vez, confere credibilidade.

9 – Use seu carro para propaganda: mas não exagere!

10 – Vanglorie-se de seus clientes: bons contratos chamam outros. Não hesite em falar sobre sua carteira de projetos.

A essa altura, o leitor percebeu que enfatizei as dicas 5 e 8. É claro! Endereço de prestígio e atendimento telefônico são dois dos vários benefícios proporcionados pelos escritórios virtuais. Assim como salas elegantes e confortáveis para reuniões e contatos aumentam bastante as chances de se fechar novos negócios.

Portanto, não espere! Contrate um escritório virtual e comece a pensar grande!

Veja aqui uma versão em português do artigo da SmartCompany.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (2)

No post anterior (Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa - 1) vimos como a redução dos investimentos iniciais na abertura ou expansão de uma empresa não apenas melhora o retorno do capital como pode, até mesmo, viabilizar o empreendimento.

Hoje analisaremos outros dois aspectos importantes dos negócios, agora na fase operacional: o “Custo Fixo” e o “Custo Variável”.


(Não entrarei aqui na diferença conceitual entre custo e despesa, neste texto tomados como sinônimos).

O custo fixo (CF) é tradicionalmente definido como a soma dos dispêndios que permanecem (razoavelmente) inalterados, qualquer que seja o volume de produção. São exemplos os custos de limpeza e conservação, aluguéis e salários.

Já os custos variáveis (CV) mudam proporcionalmente de acordo com o nível de produção. São exemplos o custo de matérias-primas, insumos e comissões de vendas.

Assim, uma empresa terá seu custo mensal dividido entre dispêndios que aumentam quando a produção aumenta e diminuem quando esta diminui (variáveis) e outros que não se alteram (fixos), podendo existir até mesmo se a produção for zero.


Na prática, custos fixos não são tão fixos assim, podendo variar significativamente entre faixas de produção/venda. Outros custos, como energia elétrica, podem ser fixos ou variáveis dependendo do tipo de atividade (fixos, para trabalhos de escritório; variáveis para fábricas).

Embora simplistas, as definições anteriores são importantes para o gestor do negócio, principalmente por permitir o uso de um terceiro conceito: a “Margem de Contribuição”.

A margem de contribuição (MC) é a diferença entre o preço de venda (PV) do produto ou serviço e o custo variável necessário para fabricá-lo ou executá-lo.

Isto é: MC = PV - CF


A margem de contribuição é o valor que a empresa tem para pagar as despesas fixas e gerar o lucro líquido.

Quanto maior o custo fixo, maior a dependência da empresa de suas vendas. Meses fracos poderão apresentar até mesmo margem negativa (caso em que a empresa apresentará prejuízo). Por outro lado, aumentar o preço de venda (PV) para melhorar a MC pode ter o efeito inverso se o mercado for competitivo, pois as vendas absolutas poderão cair a ponto de reduzir a receita da empresa.


Idealmente, portanto, a empresa deveria ter apenas custos variáveis, pois bastaria manter um preço superior ao custo para garantir o lucro no final do mês.

Transformando custos fixos em variáveis

A pergunta, então, é: como transformar CF em CV? Ora, o leitor atento já percebeu que uma das maneiras é pela contratação de um escritório virtual!


Vejamos novamente a lista dos típicos custos fixos de uma empresa: limpeza e conservação, aluguéis e salários.


Se for possível à empresa compartilhar espaço físico, pessoal de atendimento e recursos administrativos, já terá dado um grande passo na redução de seus custos fixos. E essa é exatamente a proposta dos escritórios virtuais.

Em lugar de um aluguel fixo (com elevados custos de conservação, condomínio, taxas, energia etc. também fixos), a empresa passará a ter custos variáveis (alugando salas apenas quando necessário). Permanecerá um custo fixo quase simbólico (mensalidade do plano).

A mesma lógica se aplica aos salários do pessoal de atendimento, que estarão embutidos no valor da mensalidade do escritório virtual.


Com menores custos fixos e maior proporção de custos variáveis, a empresa estará mais apta a enfrentar um mercado concorrencial, variações sazonais no volume de vendas, reajustes de salários e insumos, entre outros.

Mais importante: outros benefícios poderão ser auferidos com a contratação de um escritório virtual, como agilidade e flexibilidade, tão necessárias em um mercado competitivo e volátil, como é o caso da maioria dos negócios de hoje em dia.

Mas esse assunto fica para nosso próximo artigo.


Se você se interessou pelo tema, leia também:


Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (1)

segunda-feira, 22 de março de 2010

Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (1)

“Retorno do investimento”. Essa expressão mágica, tantas vezes repetida por empreendedores, consultores, economistas e administradores como sinônimo de sucesso é, contudo, ainda mal compreendida por muitos.

Junto com “custo de oportunidade” formam o mantra usado para definir se um empreendimento será ou não viável para o investidor.

Tal qual um ser biológico, o capital precisa crescer e se multiplicar. O retorno do investimento nada mais é do que o empreendedor conseguir, ao final de um período, não apenas lucrar, mas recuperar todo o capital investido, acrescido de um valor extra.

Alguns pensam que uma boa empresa é a que tem um bom lucro. Será?

Vamos comparar. Imagine que o gerente do seu banco lhe ofereça o seguinte negócio: você aplica R$ 50 mil para receber 5% ao mês de remuneração. Parece um excelente investimento! Mas o gerente continua: ao final de 1 ano, você fica com os rendimentos e o banco com seu capital inicial de R$ 50 mil.

Você faz as contas rapidamente e percebe que sairá com cerca de R$ 39.792,82 ― menos que os R$ 50 mil investidos! Esse gerente é um amigo da onça...

É claro que este é um exemplo hipotético. Em um típico investimento financeiro você recebe, ao final de um período, tanto seu capital inicial de volta quanto o capital adicional (rendimento). O que é tão óbvio quando se fala em fundos de investimento, é às vezes é ignorado por quem quer começar um negócio.

Imagine agora que você, para montar uma empresa, aluga um imóvel e investe R$ 100 mil (entre reformas, mobiliário e infraestrutura). Vamos supor que você consiga lucrar mensalmente R$ 5 mil (retirados como pro labore).

Um lucro de 5% ao mês. Ótimo negócio? Façamos as contas.

Ao final de 1 ano, você terá retirado R$ 60 mil. Se, em vez disso, tivesse deixado os R$ 100 mil em uma caderneta de poupança (considerando um rendimento mensal de 0,5 %), teria na mesma data R$ 106.167,78.

Apenas no 23° mês seu lucro (R$ 115 mil) ultrapassaria seu saldo na poupança (R$ 112.155,20).

Isso considerando que o lucro permanecerá constante. Na prática, você terá custos crescentes (salários, despesas operacionais, impostos) e uma receita variável, ao sabor do mercado. Enquanto na poupança, seu dinheiro cresce enquanto você dorme...

Vale o risco?

Este exemplo visa apenas ressaltar a importância de se avaliar o “retorno do investimento”. Esse retorno virá em um prazo mais rápido se os lucros forem maiores...

... ou se os investimentos forem menores!

Vamos supor que você, um empreendedor bem informado, contratou um escritório virtual para abrigar sua empresa.

Sendo o investimento inicial praticamente nulo, você pode usar o capital de R$ 100 mil em marketing, treinamento etc. Ou, até mesmo, deixá-lo na caderneta de poupança, embalando seu sono! Nesse caso, todo o lucro de sua empresa será capital adicional!

Mas será que a empresa continuará lucrando com um escritório virtual?

Provavelmente lucrará ainda mais. Mas isso veremos em nosso próximo post.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (introdução)

Muitos dos clientes de escritórios virtuais são empreendedores abrindo novos negócios, ou buscando reduzir custos de empresas existentes.

Fazem parte de um grupo que já entendeu as vantagens que os escritórios virtuais podem trazer para empresas novas ou maduras que buscam otimizar sua competitividade.

Ainda há, contudo, muitos profissionais que desconhecem os benefícios que os escritórios virtuais podem trazer para seus negócios. Esta pequena série de posts visa esclarecer tais benefícios, discutindo fundamentos econômicos e estratégicos de maneira (espero) simples e acessível.

No próximo dia 22 de março publicarei o primeiro post da série, que abordará o conceito de “retorno do investimento”. Basta ter um bom lucro para se ter um bom negócio? Vale a pena investir em um novo empreendimento? Como um escritório virtual pode influir nessas respostas?

Até segunda-feira.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O Globo cria blog “Espaço do Empreendedor”

Mais um espaço para discussão do empreendedorismo: o blog “Espaço do Empreendedor”, no website do Jornal O Globo.

Confiram: http://oglobo.globo.com/blogs/espempreendedor/

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

PEGN: Os Escritórios Virtuais estão em alta

Os Escritórios virtuais estão em alta” é a chamada do site da Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

O artigo, intitulado “De volta para casa” (da seção Como Fazer Melhor) mostra exemplos de empresas que usaram escritórios virtuais para cortar custos e enfrentar a crise econômica. Embora as empresas apresentadas no artigo sejam de São Paulo, os escritórios virtuais estão espalhados por todo o país.

No Rio de Janeiro, o Escritório Virtual Espaço 2D tem planos em conta para aqueles que desejam reduzir seus custos e aumentar sua competitividade no mercado.

Veja aqui mesmo no Espaço 2Blog nosso post intitulado PEGN discute os Escritórios Virtuais que comenta um vídeo de reportagem exibida no programa de TV.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

PEGN discute os Escritórios Virtuais



O programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios, veiculado pela Rede Globo, é bastante conhecido do público interessado em empreendedorismo.

Hoje aproveitarei uma reportagem de PEGN sobre os escritórios virtuais, veiculada em 30/01/09, para apresentar depoimentos de usuários desse modelo de negócios.

Fiz aqui uma edição do programa, mantendo as entrevistas com dois empresários que optaram pela contratação de um escritório virtual. Vale a pena conhecer a experiência de ambos, pois resume situações bastante comuns a pequenos empresários e já discutidas em nosso blog, bem como em artigos publicados no site do Escritório Virtual Espaço 2D.

O vídeo editado tem apenas 3 minutos ― assista!

Escritórios virtuais x Escritórios próprios

A primeira entrevista, com o empresário Eduardo Figueiredo, mostra as vantagens que um escritório virtual pode proporcionar a quem tem (ou planeja ter) um escritório próprio. No caso de Figueiredo, foi possível obter economias da ordem de R$ 16 mil mensais, dinheiro que pode ser canalizado para atividades mais produtivas, como contratação de pessoal e aquisição de software.

Esse conceito já foi discutido no Espaço2Blog: veja o post Fugindo do Escritório Próprio.

Escritórios virtuais para atividades sazonais

A segunda entrevista, com o empresário do setor de treinamentos Miguel di Monte, exemplifica como trabalhos de caráter sazonal podem se beneficiar com a flexibilidade dos escritórios virtuais: é possível diminuir e aumentar a estrutura sempre que necessário, pagando apenas pelo que se usa.

Além disso, como lembra di Monte, o fato de não ter que se preocupar com aspectos administrativos ― tais como compra de equipamentos de apoio e preparação de locais para entrevistas e treinamentos ― lhe permitiu ganhar mais agilidade, mantendo o foco em seu próprio negócio.

Sobre o mesmo tema, veja também o artigo Escritórios Virtuais para serviços temporários ou eventuais.

Para o vídeo completo (duração 6m33s) clique aqui.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Empreendedorismo se aprende na escola

Parece que o governo também está se dando conta de que precisamos preparar nossos futuros empreendedores.

E não estamos falando aqui de faculdade, MBA, cursos de especialização etc.: trata-se do Ensino Médio e o público são os jovens de 14 a 18 anos.

Conforme noticiado n’O Globo no dia 08/09/08, o Governo do Estado do RJ iniciará, a partir de 2009, a difusão de noções de empreendedorismo nas escolas. Não através do currículo formal, mas por meio de atividades lúdicas, relacionadas com o dia-a-dia acadêmico.

Os alunos poderiam ajudar a organizar [a Festa Junina], calculando quantas espigas de milho serão necessárias, vendo o horário e a logística” exemplifica Rafael Martinez, subsecretário de Gestão da Rede e de Ensino da Secretaria Estadual de Educação.

Devemos aplaudir ações como essas, simples, objetivas e, principalmente, despidas da grandiosidade que não raro acomete os projetos públicos – e quase sempre terminam em desperdício de recursos e resultados modestos.

Vale ressaltar que esta não é uma iniciativa isolada: o Governo do Ceará já havia, com o apoio do Sebrae, iniciado projeto similar em 2005 (v. Empreendedorismo na escola beneficiará mais de 5 mil pessoas).

Escolas particulares também começam a incluir matérias optativas de empreendedorismo a seus alunos (v. Escolas apostam até em aulas de empreendedorismo).

Apresentar conceitos de negócios aos jovens não é meramente um exercício de treinamento. No mundo globalizado de hoje, inovação e investimento são motores essenciais para a competitividade. E em um país onde o sonho de muitos é garantir um emprego público e onde a aceitação de riscos é vista com desconfiança, é importante acostumar os jovens a analisar problemas novos e tomar decisões de forma racional. Tais qualidades são úteis não apenas para empresários, como para qualquer pessoa.

Como diz o subsecretário Rafael Martinez: “O que nós queremos é um cidadão que seja protagonista da sua vida profissional, não importando se ele vai ser empregado de alguém ou se vai ter o seu próprio negócio”.

terça-feira, 1 de abril de 2008

EUA empreendedor

Há alguns dias falamos sobre o empreendedorismo no Brasil (v. post Brasil Empreendedor). Hoje o foco são os Estados Unidos, país que é o paradigma do empreendedorismo no mundo.

Um relatório da Kauffman Foundation, entidade dedicada ao estímulo da atividade empreendedora nos EUA e à educação de crianças e jovens carentes, apresentou os resultados do mais completo estudo feito sobre novos negócios naquele país.

Cerca de 5.000 empresas surgidas em 2004 foram acompanhadas durante seus primeiros anos de operação. Os resultados do estudo permitiram algumas conclusões sobre as características dos novos negócios nos EUA, bem como sobre os empreendedores que os iniciaram.

Eis alguns resultados interessantes:

· Cerca de 60% das empresas não tiveram qualquer empregado em seu primeiro ano de operação. 15 % possuíam apenas 1 empregado enquanto os 25 % restantes contrataram 2 ou mais empregados. Menos de 4 % operaram com mais de 10 funcionários.
· Menos da metade dessas novas empresas ofereciam benefícios, sendo os mais comuns férias remuneradas, pagamento de ausências por licença médica, horário flexível e seguro-saúde.
(Interessante observar que os dois primeiros benefícios são exigidos por Lei no Brasil e o terceiro (horário flexível) é de fácil implantação em pequenas empresas).
· 37 % das empresas não tiveram qualquer lucro no primeiro ano e 18% amargaram prejuízos. Dos 55% que obtiveram retorno, 17% conseguiram lucros acima de US$ 100 mil.
· 44% não assumiram dívidas ao começar o negócio e 17% fizeram financiamentos abaixo de US$ 5 mil.
· 80% dos entrevistados começaram com algum capital investido no primeiro ano. Cerca de 10% começaram com mais de US$ 100 mil, enquanto 25% investiram menos de US$ 5 mil (!)
· A vasta maioria investiu capital próprio. Apenas 10% recorreram a investimentos de terceiros. Ainda assim, 5% foram financiados por parentes (3,4% pelos pais e 1,6% pelo cônjuge).
· Cerca de 9% das empresas fecharam suas portas antes do fim do segundo ano de operações. (No Brasil, de acordo com o Sebrae, esse índice está em 14%).

Leia o relatório completo, intitulado Kauffman Firm Survey, (em inglês) em:
http://www.kauffman.org/pdf/kfs_08.pdf

Saiba mais sobre como os escritórios virtuais podem ajudar as novas empresas lendo o artigo Escritórios Virtuais para Novos Negócios em: http://www.espaco2d.com.br/artigo4.htm.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Brasil empreendedor

Pesquisa realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) colocou o Brasil como o 9º país mais empreendedor, entre 42 países avaliados.

O Global Entrepreneurship Monitor, criado em 1999, é o maior estudo independente do mundo sobre a atividade empreendedora, abrangendo mais de 50 países consorciados, o que representa 90% do PIB e 2/3 da população mundial. O GEM é atualmente coordenado pela London Business School (Inglaterra) e Babson College (Estados Unidos).

Os resultados do Relatório GEM 2007 confirmam a vocação empreendedora do povo brasileiro, apresentando uma taxa de atividade empreendedora de 12,7%, ou seja, praticamente 13 em cada cem brasileiros adultos estão envolvidos com alguma atividade empreendedora.

Nem tudo são flores, entretanto: segundo a pesquisa, do universo de brasileiros que empreendem, 41,6% não o fazem voluntariamente, mas por necessidade.

Muitos dos novos empreendedores podem reduzir bastante seus riscos e minimizar o investimento inicial se optarem por contratar os serviços de um escritório virtual. Visite o site da Espaço 2D para descobrir mais e, quem sabe, se juntar aos 7,7 milhões de empreendedores brasileiros.

Leia o documento completo (em português) em: http://www.sebrae.com.br/customizado/estudos-e-pesquisas/estudos-e-pesquisas/empreendedorismo-no-brasil-pesquisa-gem/livro_gem_2007.pdf

Saiba mais sobre Escritórios Virtuais para Novos Negócios em:
http://www.espaco2d.com.br/artigo4.htm

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Espírito empreendedor: ex-funcionários da Google buscam seus próprios desafios

Muitas empresas começam quando profissionais insatisfeitos em seus empregos decidem iniciar seu próprio negócio. Mas há casos em que o espírito empreendedor é ainda mais forte e atrai mesmo aqueles que detêm cargos importantes, com bons salários em empresas de renome.


Que tal trocar um emprego com ganhos anuais de milhões de dólares em uma das empresas de maior crescimento em todo o mundo? Difícil? Pois não é o que pensam vários ex-funcionários da Google nos Estados Unidos, que abandonaram uma promissora carreira na empresa para seguir novos desafios.

Bret Taylor era Gerente de Produto e em 4 anos na empresa de Mountain View, Califórnia lançou, entre outros, o Google Maps, Google Maps API e o Google Local. Atualmente é “Empresário Residente” da Benchmark Capital, enquanto “avalia seu próximo movimento”.

Além de abrir mão de um excelente salário em uma empresa de rápido crescimento, Taylor ainda admitiu que a Google era um ótimo local de trabalho. Sobre seus ex-chefes, Larry Page e Sergey Brin (fundadores da Google), afirmou que “sempre me fizeram me sentir muito maior de que eu próprio”.

David Friedberg foi um dos membros fundadores da Google, onde liderou processos de aquisição e foi Gerente de Produto do AdWords. Deixou tudo para se tornar CEO da WeatherBill, empresa de internet que fornece informações meteorológicas para companhias cujos negócios são impactados por condições climáticas.

(Veja o artigo completo, em inglês, em
www.informationweek.com/news/showArticle.jhtml?articleID=202405023&subSection=News)

Bem, juntar alguns milhões de dólares facilita bastante a busca por um sonho pessoal. No entanto, não é preciso trabalhar alguns anos na Google para começar sua própria empresa. É possível iniciar um novo negócio sem correr muitos riscos e sem gastar rios de dinheiro, com auxílio de um Escritório Virtual. Veja por exemplo nosso artigo Escritórios Virtuais para novos negócios.

A Espaço 2D tem outras soluções para empreendedores, profissionais liberais e empresários que queiram reduzir seus custos e buscar maior flexibilidade. Visite nosso website para maiores informações.