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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Facebook chega ao Brasil em escritório virtual

O Facebook anunciou há alguns dias (18.08.2011) a abertura de seu primeiro escritório no Brasil. Por enquanto, serão apenas 16 funcionários, a despeito dos mais de 25 milhões de usuários ativos que a companhia angariou em território verde-e-amarelo. A equipe local dará suporte às empresas e organizações do país, com o objetivo de ajudá-las a se conectar com os usuários da rede social.

Você deve estar se perguntando: “E o que tem isso a ver com escritórios virtuais?” Tudo! Eis que a unidade brasileira da empresa do controverso Mark Zuckerberg se instalou em um escritório virtual da capital paulista.

Aliás, o Facebook segue dessa forma os passos do Google, que também inaugurou suas operações em solo brasileiro através de um escritório virtual em São Paulo. O assunto foi tema do Espaço 2Blog na época (confira nosso post Escritórios Virtuais: solução para grandes também”).

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Tenha uma segunda atividade com um Escritório Virtual

Quantas vezes não nos vem à mente uma idéia para um novo negócio ou atividade que seria o perfeito complemento ― ou uma ótima alternativa a médio prazo ― ao trabalho que estamos atualmente executando?

Reconheçamos: quando pensamos nas dificuldades de tempo e nos recursos que teremos que gastar, vem a dúvida: será que é viável?

Há muitas variáveis a se considerar, quando avaliamos a possibilidade de começar uma segunda atividade profissional. Mas uma coisa é certa: com o apoio de um escritório virtual, tudo fica mais fácil.

Vejamos, por exemplo, a questão do tempo: para quem já tem um trabalho que lhe toma boa parte (se não todo!) o tempo, o apoio administrativo de um escritório virtual ― atendimento telefônico, anotação de mensagens, recepção de correspondências e encomendas ― é uma verdadeira mão na roda. Se você acha que o tempo perdido tentando lidar com essas pequenas questões do dia-a-dia não é assim tão relevante, reflita sobre quanto tempo você gasta com e-mails e telefonemas ao longo do dia.

Outra vantagem do escritório virtual é não ter que se preocupar com contas de luz, condomínio, manutenção do escritório etc. ― nós estaremos cuidando disso para você!

Quanto ao dinheiro, nem é preciso pensar muito: quanto você gastaria para montar um escritório (mobiliário, telefones, internet), mantê-lo (aluguel, condomínio, reparos e pequenos consertos) e contratar pessoal para operá-lo? Esse é um risco que você não precisará tomar se contratar um escritório virtual. E sempre que precisar de uma sala para reuniões ou encontros profissionais, basta agendar e tudo estará pronto, à sua disposição, na data solicitada.

Se você está considerando seriamente em ampliar seus rendimentos com uma segunda atividade, lembre-se: a velha máxima ― tempo é dinheiro ― pode, com o apoio de um escritório virtual, ser modificada para tempo & dinheiro.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (2)

No post anterior (Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa - 1) vimos como a redução dos investimentos iniciais na abertura ou expansão de uma empresa não apenas melhora o retorno do capital como pode, até mesmo, viabilizar o empreendimento.

Hoje analisaremos outros dois aspectos importantes dos negócios, agora na fase operacional: o “Custo Fixo” e o “Custo Variável”.


(Não entrarei aqui na diferença conceitual entre custo e despesa, neste texto tomados como sinônimos).

O custo fixo (CF) é tradicionalmente definido como a soma dos dispêndios que permanecem (razoavelmente) inalterados, qualquer que seja o volume de produção. São exemplos os custos de limpeza e conservação, aluguéis e salários.

Já os custos variáveis (CV) mudam proporcionalmente de acordo com o nível de produção. São exemplos o custo de matérias-primas, insumos e comissões de vendas.

Assim, uma empresa terá seu custo mensal dividido entre dispêndios que aumentam quando a produção aumenta e diminuem quando esta diminui (variáveis) e outros que não se alteram (fixos), podendo existir até mesmo se a produção for zero.


Na prática, custos fixos não são tão fixos assim, podendo variar significativamente entre faixas de produção/venda. Outros custos, como energia elétrica, podem ser fixos ou variáveis dependendo do tipo de atividade (fixos, para trabalhos de escritório; variáveis para fábricas).

Embora simplistas, as definições anteriores são importantes para o gestor do negócio, principalmente por permitir o uso de um terceiro conceito: a “Margem de Contribuição”.

A margem de contribuição (MC) é a diferença entre o preço de venda (PV) do produto ou serviço e o custo variável necessário para fabricá-lo ou executá-lo.

Isto é: MC = PV - CF


A margem de contribuição é o valor que a empresa tem para pagar as despesas fixas e gerar o lucro líquido.

Quanto maior o custo fixo, maior a dependência da empresa de suas vendas. Meses fracos poderão apresentar até mesmo margem negativa (caso em que a empresa apresentará prejuízo). Por outro lado, aumentar o preço de venda (PV) para melhorar a MC pode ter o efeito inverso se o mercado for competitivo, pois as vendas absolutas poderão cair a ponto de reduzir a receita da empresa.


Idealmente, portanto, a empresa deveria ter apenas custos variáveis, pois bastaria manter um preço superior ao custo para garantir o lucro no final do mês.

Transformando custos fixos em variáveis

A pergunta, então, é: como transformar CF em CV? Ora, o leitor atento já percebeu que uma das maneiras é pela contratação de um escritório virtual!


Vejamos novamente a lista dos típicos custos fixos de uma empresa: limpeza e conservação, aluguéis e salários.


Se for possível à empresa compartilhar espaço físico, pessoal de atendimento e recursos administrativos, já terá dado um grande passo na redução de seus custos fixos. E essa é exatamente a proposta dos escritórios virtuais.

Em lugar de um aluguel fixo (com elevados custos de conservação, condomínio, taxas, energia etc. também fixos), a empresa passará a ter custos variáveis (alugando salas apenas quando necessário). Permanecerá um custo fixo quase simbólico (mensalidade do plano).

A mesma lógica se aplica aos salários do pessoal de atendimento, que estarão embutidos no valor da mensalidade do escritório virtual.


Com menores custos fixos e maior proporção de custos variáveis, a empresa estará mais apta a enfrentar um mercado concorrencial, variações sazonais no volume de vendas, reajustes de salários e insumos, entre outros.

Mais importante: outros benefícios poderão ser auferidos com a contratação de um escritório virtual, como agilidade e flexibilidade, tão necessárias em um mercado competitivo e volátil, como é o caso da maioria dos negócios de hoje em dia.

Mas esse assunto fica para nosso próximo artigo.


Se você se interessou pelo tema, leia também:


Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (1)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Um Escritório Virtual pode salvar a sua empresa

Em meu último post, iniciei a série “Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa”. Deveria agora publicar o segundo capítulo, mas mudei de idéia após topar com o artigo “Ten easy ways to murder a business” (Dez maneiras fáceis de assassinar um negócio), do colunista do Financial Times, Luke Johnson.

O art
igo lista 10 “armas” letais, capazes de por a perigo qualquer negócio, mas especialmente nocivas aos pequenos empreendimentos:

1. Endividar-se demais - não se torne escravo dos bancos!

2. Escolher mal os sócios - sociedade é soma, não divisão.

3. Superdependência de um só cliente - o velho conselho de “não por todos os ovos na mesma cesta”.

4. Doença do dono - As empresas, especialmente as pequenas, dependem de seu dono. Cuide-se, para que você e sua empresa tenham vida longa.

5. Atrapalhar-se com um grande projeto de TI - Novos sistemas e projetos de automação devem ser implementados com cuidado e no momento certo.

6. Entrar em uma guerra de preços - market share é importante, mas não a qualquer preço. Busque um diferencial e mantenha sua margem.

7. Aluguel caro - dinheiro não cai do céu, mas desce facilmente pelo ralo se você tem contratos de locação longo e caros.

8. Esquecer-se do cliente - pecado mortal!

9. Estagnar - “Se está funcionando, não mexa!”. Esse mau conselho leva empresas à extinção.

10. Não reinvestir - se sua empresa dá lucro, recompense-a reinvestindo em novos equipamentos e processos.

Se você leu até aqui, estará se perguntando: e onde entram os escritórios virtuais nisso?

Ora, os itens 1 e 7 estão diretamente ligados à decisão de contratar um escritório virtual. Quem acompanha este blog já viu vários posts a respeito dos riscos de pesados investimentos em sede própria, mobiliário e pessoal, muitas vezes financiados com empréstimos, e que podem ser facilmente substituídos pela contratação de um escritório virtual.


No capítulo 1 de “Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa” mostrei como o montante investido no negócio define o retorno que o mesmo trará ao proprietário. Tomar dinheiro emprestado para alugar e mobiliar um imóvel pode significar 2 tiros dos 10 que estão no tambor da arma de matar empresas de Luke Johnson.

Não seja o assassino de sua própria empresa. Considere contratar um escritório virtual para reduzir seus custos e salvar seu negócio.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (1)

“Retorno do investimento”. Essa expressão mágica, tantas vezes repetida por empreendedores, consultores, economistas e administradores como sinônimo de sucesso é, contudo, ainda mal compreendida por muitos.

Junto com “custo de oportunidade” formam o mantra usado para definir se um empreendimento será ou não viável para o investidor.

Tal qual um ser biológico, o capital precisa crescer e se multiplicar. O retorno do investimento nada mais é do que o empreendedor conseguir, ao final de um período, não apenas lucrar, mas recuperar todo o capital investido, acrescido de um valor extra.

Alguns pensam que uma boa empresa é a que tem um bom lucro. Será?

Vamos comparar. Imagine que o gerente do seu banco lhe ofereça o seguinte negócio: você aplica R$ 50 mil para receber 5% ao mês de remuneração. Parece um excelente investimento! Mas o gerente continua: ao final de 1 ano, você fica com os rendimentos e o banco com seu capital inicial de R$ 50 mil.

Você faz as contas rapidamente e percebe que sairá com cerca de R$ 39.792,82 ― menos que os R$ 50 mil investidos! Esse gerente é um amigo da onça...

É claro que este é um exemplo hipotético. Em um típico investimento financeiro você recebe, ao final de um período, tanto seu capital inicial de volta quanto o capital adicional (rendimento). O que é tão óbvio quando se fala em fundos de investimento, é às vezes é ignorado por quem quer começar um negócio.

Imagine agora que você, para montar uma empresa, aluga um imóvel e investe R$ 100 mil (entre reformas, mobiliário e infraestrutura). Vamos supor que você consiga lucrar mensalmente R$ 5 mil (retirados como pro labore).

Um lucro de 5% ao mês. Ótimo negócio? Façamos as contas.

Ao final de 1 ano, você terá retirado R$ 60 mil. Se, em vez disso, tivesse deixado os R$ 100 mil em uma caderneta de poupança (considerando um rendimento mensal de 0,5 %), teria na mesma data R$ 106.167,78.

Apenas no 23° mês seu lucro (R$ 115 mil) ultrapassaria seu saldo na poupança (R$ 112.155,20).

Isso considerando que o lucro permanecerá constante. Na prática, você terá custos crescentes (salários, despesas operacionais, impostos) e uma receita variável, ao sabor do mercado. Enquanto na poupança, seu dinheiro cresce enquanto você dorme...

Vale o risco?

Este exemplo visa apenas ressaltar a importância de se avaliar o “retorno do investimento”. Esse retorno virá em um prazo mais rápido se os lucros forem maiores...

... ou se os investimentos forem menores!

Vamos supor que você, um empreendedor bem informado, contratou um escritório virtual para abrigar sua empresa.

Sendo o investimento inicial praticamente nulo, você pode usar o capital de R$ 100 mil em marketing, treinamento etc. Ou, até mesmo, deixá-lo na caderneta de poupança, embalando seu sono! Nesse caso, todo o lucro de sua empresa será capital adicional!

Mas será que a empresa continuará lucrando com um escritório virtual?

Provavelmente lucrará ainda mais. Mas isso veremos em nosso próximo post.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Um Escritório Virtual pode viabilizar a sua empresa (introdução)

Muitos dos clientes de escritórios virtuais são empreendedores abrindo novos negócios, ou buscando reduzir custos de empresas existentes.

Fazem parte de um grupo que já entendeu as vantagens que os escritórios virtuais podem trazer para empresas novas ou maduras que buscam otimizar sua competitividade.

Ainda há, contudo, muitos profissionais que desconhecem os benefícios que os escritórios virtuais podem trazer para seus negócios. Esta pequena série de posts visa esclarecer tais benefícios, discutindo fundamentos econômicos e estratégicos de maneira (espero) simples e acessível.

No próximo dia 22 de março publicarei o primeiro post da série, que abordará o conceito de “retorno do investimento”. Basta ter um bom lucro para se ter um bom negócio? Vale a pena investir em um novo empreendimento? Como um escritório virtual pode influir nessas respostas?

Até segunda-feira.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Chova ou faça sol, seja cliente de um Escritório Virtual!

Sol escaldante no Rio. Chuvas intensas em São Paulo. Ventos, raios e enchentes no Sul e Centro-Oeste do país, estiagem na região Norte... O verão de 2010 tem sido marcado por eventos meteorológicos extremos, intensificados pelo fenômeno El Niño. Para alguns, uma prévia do clima em um futuro próximo, comprometido pela mudança climática que se avizinha...

O fato é que o clima, variável cuja influência econômica normalmente associamos apenas às atividades agrícolas, está neste verão causando grande impacto também nas cidades.

O caso mais óbvio é o das enchentes, que em alguns casos simplesmente impedem o deslocamento de funcionários aos respectivos locais de trabalho.

É claro que, frente a todos os prejuízos e riscos que podem ser causados por chuvas e enchentes, os constrangimentos ao ir e vir podem parecem mera inconveniência. Não obstante, é uma inconveniência que atinge milhares de pessoas e seu impacto não pode, portanto, ser desprezado.

Quantos de nós, após aquela chuva inesperada, optaram por enfrentar o trânsito caótico até o local de trabalho para concluir uma tarefa atrasada ou participar daquela reunião inadiável ― e simplesmente, não conseguiram chegar? E quantos ficaram em casa, assumindo o prejuízo de faltar ao serviço, perder um compromisso ou deixar de fechar uma venda?

É verdade que, com o advento da mobilidade (celular, notebook, internet) é possível fazer muita coisa à distância, até mesmo de casa. Li um bom artigo sobre o tema (Imprevistos na rotina: o home office é válido?) destacando os prós e contras de ficar em casa nessas situações.

Mas não existiria outra solução? Claro: se houver um escritório virtual não muito distante de sua residência, ou em local de acesso mais fácil.

Ao contrário de uma residência, o escritório virtual estará totalmente estruturado para permitir que o funcionário execute suas tarefas: internet, telefone, computador, salas mobiliadas, rede wireless e um ambiente profissional, sem as distrações e incômodos que podem surgir quando se trabalha em casa.

Além disso, o escritório virtual pode alugar essas facilidades por período de um dia, ou mesmo apenas 1 hora ― isto significa que o problema pode ser solucionado a um custo muito baixo para a empresa.

Empresas e profissionais deveriam pesquisar as opções de escritórios virtuais nas proximidades, pois podem vir a ser excelentes alternativas ao trabalho doméstico de emergência ou à simples falta ao serviço.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Brasil é o primeiro país elevado a grau de investimento depois da crise

Nesta terça-feira, dia 22, a agência de classificação de risco Moody's elevou a nota atribuída à dívida do governo brasileiro. A nota subiu de Ba1 para Baa3, primeiro estágio na faixa considerada grau de investimento.

A Moody’s se soma à Standard&Poor's e à Fitch Ratings, que elevaram a nota brasileira para grau de investimento no primeiro semestre de 2008.

Mais importante, o Brasil é o primeiro país elevado a grau de investimento depois da crise, demonstrando a consistência da economia brasileira frente aos países desenvolvidos e emergentes, a maioria dos quais ainda imersa nas conseqüências da crise financeira global.

Veja mais no site da BBC Brasil: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090922_moodys_bg_ac.shtml

O Espaço 2Blog tem acompanhado esse tema desde o primeiro “Investment Grade”, concedido pela agência Standard & Poor's em maio de 2008 (relembre).

Para você que já pensa em voltar a investir ou retomar aquela idéia de um novo negócio, aproveite para avaliar os benefícios que um escritório virtual pode lhe trazer.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Fila de espera para escritório no Rio

Novamente o jornal O Globo é nossa fonte de discussão. No dia 22/07/09, o jornal publicou, na seção Economia, artigo sobre o aquecimento no mercado carioca de aluguel de escritórios.

Este é um tema recorrente na imprensa e foi alvo de reportagem no mês anterior, comentada em nosso post Aluguel é um bom negócio. Para quem?.

Crise? Que crise?

Aqui o assunto é retomado enfatizando que, a despeito da crise e da tendência no resto do país, os imóveis comerciais no Rio de Janeiro se valorizaram:

O preço médio do metro quadrado avançou 2,5 % no segundo trimestre deste ano, em comparação com o primeiro, e atingiu o valor de R$ 87,27 ― o maior entre as principais capitais do país. No mesmo período, a média nacional registrou um recuo de 0,92%.

A reportagem segue com um dado interessante:

Além disso, a escassez de imóveis de alto padrão para abrigar empresas faz com que haja fila de espera de investidores.

Além dos brasileiros, investidores norteamericanos e europeus, insatisfeitos com o desempenho do mercado imobiliário em seus países, estariam entre os maiores interessados em imóveis cariocas.

Escritórios classe A

A pesquisa se refere aos chamados “escritórios classe A” ― aqueles situados em locais atraentes e dispondo de confortos tecnológicos. É sabido que no Rio de Janeiro, onde a idade média dos imóveis é elevada e são poucos os espaços disponíveis para novas construções, não há muitos escritórios desse tipo no Centro e Zona Sul, onde se concentra a atividade econômica da cidade. Essa escassez acaba puxando os preços.

Saindo da fila

Isso quer dizer, então, que não há alternativa? Como sabem aqueles que acompanham este espaço, é claro que há! Afinal, os escritórios virtuais, presentes nas principais capitais do mundo, são também encontrados no Rio de Janeiro.

E se a preocupação é com “escritórios classe A”, lembro mais uma vez que o Escritório Virtual Espaço 2D dispõe de salas mobiliadas e decoradas para uso imediato, com ar-condicionado central, telefone e internet em banda larga, em prédio de alto padrão com garagem privativa, na Zona Sul do Rio de Janeiro. E o que é melhor: com contratos flexíveis para cada necessidade.

Portanto, se você está analisando o aluguel de “escritório classe A”, saia da fila! Entre em contato conosco e conheça nossos planos e preços.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Aluguel é um bom negócio. Para quem?

O jornal O Globo, em sua edição de domingo, 28/06/09 apresenta, no suplemento Morar Bem, reportagem comentando sobre a vantagem de investir em imóveis para aluguel, diante da queda da taxa de juros e consequente redução do retorno de fundos de investimento.

Vantagem para quem?

Obviamente, a vantagem de que fala o texto é para os proprietários que, nas contas apresentadas pelos especialistas entrevistados, podem obter com o aluguel, em 24 meses, até o dobro do que conseguiriam investindo o valor do imóvel em papéis de renda fixa.

Isso significa, em contrapartida, que os locatários deixarão de usufruir dos benefícios dos tempos de juros elevados, quando valia a pena pagar aluguel e aplicar no mercado financeiro o valor equivalente do imóvel.

Imóveis comerciais

Ainda segundo a reportagem, proprietários de imóveis comerciais teriam retornos ainda maiores, pois neste segmento a rentabilidade costuma superar a do aluguel de unidades residenciais ― notadamente na cidade do Rio de Janeiro:

A compra de imóveis para alugar tem crescido especialmente no segmento de salas comerciais, no qual a rentabilidade é maior (...). E a tendência é que, no Rio de Janeiro, os aluguéis fiquem mais caros, já que cresce o número de empresas querendo se instalar na cidade.

― É uma questão de oferta e procura. Há muito mais imóveis residenciais disponíveis que comerciais, principalmente os de alto padrão, com tecnologia e infraestrutura ― avalia o presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos.

Diga-se de passagem que esta observação não é nova: o mesmo suplemento Morar Bem já havia, há cerca de dois anos, noticiado a falta de imóveis de alto padrão no Rio de Janeiro, assunto comentado em meu post Procurando um imóvel comercial de alto padrão.

Vamos então às compras?

Se você concluiu que é hora de comprar uma sala comercial para seu negócio, pense duas vezes. Os especialistas em empreendedorismo afirmam que, na maioria dos casos, comprar não só é um mau negócio como é um erro comum do empreendedor. Isso porque ao comprar um imóvel, deixa-se de usar aquele valor em compra de matéria-prima, marketing, treinamento e outras ações que poderiam aumentar o resultado da empresa. O capital “imobilizado” no imóvel pode imobilizar e empresa, pela falta de liquidez para tocar os negócios.

Já tratamos desse assunto no post Fugindo do Escritório Próprio, com direito a vídeo do Sebrae (vale a pena ver!).

Para piorar, imóveis “de alto padrão, com tecnologia e infraestrutura” são mais raros e, portanto, muito mais caros. E ninguém quer abdicar de um espaço com acesso à internet em banda larga, ar-condicionado, elevadores modernos, garagem no próprio prédio...

Então, qual a solução?

Então, qual a melhor maneira de investir em sua empresa, consultório, ou atividade profissional? Comprar uma sala comercial e correr o risco de ficar sem fôlego financeiro para os momentos de vacas magras, ou alugar um espaço e se sujeitar a custos crescentes de aluguel e condomínio?

A solução pode estar na contratação de um escritório virtual. Pagando apenas pelo que irá usar, o empreendedor terá acesso a salas mobiliadas e decoradas, com ar-condicionado, telefone e internet, e ainda poderá contar com atendimento telefônico, endereço comercial de prestígio, apoio administrativo e muito mais.

Consulte o website do Escritório Virtual Espaço 2D e comece a conhecer os benefícios que os escritórios virtuais podem trazer para os seus negócios.

sábado, 25 de abril de 2009

Fugindo do Escritório Próprio



Nada melhor para dar segurança aos seus negócios e transmitir uma imagem de solidez e confiabilidade aos seus clientes do que adquirir um imóvel para a sua empresa, certo?

Errado, afirmam os especialistas. Na verdade, ao usar parte do capital para comprar um imóvel, o empreendedor acaba prejudicando a capacidade de crescimento da empresa. Dependendo da “crise de liquidez” decorrente pode, até mesmo, inviabilizá-la.

Afinal, como bem lembram os economistas: “os recursos são finitos”. Ao comprar um imóvel, o empreendedor deixa de usar aquele valor em compra de matéria-prima, marketing, treinamento e outras ações que poderiam aumentar o resultado da empresa.

Não por acaso imóveis são classificados no Balanço Patrimonial como “Ativo Imobilizado”: imobilizado fica, de fato, o capital ali investido. O risco é que toda a empresa acabe se “imobilizando” devido ao pouco fôlego financeiro para as atividades do dia-a-dia.

Neste vídeo do SEBRAE (clique aqui para ir para a página original onde o vídeo foi postado) o consultor Wlamir Bello, do SEBRAE/SP, analisa o caso real de uma empresa do ramo farmacêutico, mas as conclusões podem ser estendidas para empreendimentos de qualquer ramo de negócios.

“Comprar ou alugar?” é a pergunta, cuja resposta não deixa dúvidas: “[Comprar] não só é um mau negócio como é um erro comum do empreendedor”, afirma o consultor, que credita a percepção de “tranquilidade” conferida por uma sede própria ao “sonho da casa própria”, válido na vida pessoal, porém equivocado quando trazido para o mundo dos negócios.

A este equívoco poderíamos acrescentar a busca pelo “status” teoricamente proporcionado pelo “bem próprio”. Afinal, um bom imóvel alugado (em um endereço de prestígio) pode conferir mais “status” do que um imóvel próprio cujas condições e localização sejam apenas regulares.

A sede própria, além de consumir liquidez, também “imobiliza” o investidor naquele local físico. O aluguel, por outro lado, confere maior flexibilidade, permitindo ao empresário mover-se rapidamente caso sua estratégia assim exija.

Isso posto, fica claro que um Escritório Virtual pode ser uma excelente opção, pois acrescenta às vantagens do aluguel convencional a maior celeridade e baixo custo: não apenas o imóvel, mas boa parte da infraestrutura necessária à operação do negócio pode ser contratada rapidamente e a valores acessíveis.

Lembre-se: para o cliente, não importa se as instalações da empresa são próprias ou de terceiros. O que ele quer é bom atendimento, serviço e/ou produtos de qualidade e preços competitivos.

Assim, esteja você abrindo uma nova empresa ou expandindo um negócio já estabelecido, vale a pena considerar os benefícios proporcionados por um escritório virtual.

Consulte a página do Escritório Virtual Espaço 2D para saber mais sobre essa solução de negócios.

Fonte: Negócios e Soluções: comprar ou alugar? (Visão do Empreendedor - SEBRAE/RJ)

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Fugindo do trânsito com um Escritório Virtual

Trânsito caótico, engarrafamentos intermináveis e ruído e estresse pelo tempo perdido, são alguns dos pesadelos contemporâneos daqueles que habitam ou precisam se deslocar em grandes cidades.

A realidade literalmente incontornável do tráfego urbano traz prejuízos de toda a ordem ― sejam econômicos, sejam de qualidade de vida ― aos infelizes motoristas e passageiros...

Além destes, sofre toda a sociedade com a queda de produtividade, o desperdício de tempo e combustível, o aumento dos níveis de poluição atmosférica e sonora, entre outros.

Os investimentos em infra-estrutura e as soluções de controle de tráfego (radares, rodízio de veículos) são um mero paliativo. A única solução é evitar o trânsito. Mas como?

O uso de um escritório virtual é uma alternativa interessante para aqueles que podem prescindir do uso diário de um escritório físico. A estrutura de atendimento e recepção fica disponível em tempo integral e o cliente só é contactado quando necessário minimizando, portanto, seu deslocamento pela cidade.

Para equipes de trabalho, tem se tornado cada vez mais comuns o uso das alternativas tecnológicas hoje disponíveis: teleconferências, comunicação móvel e uso das facilidades da internet (mensagens eletrônicas). Algumas vezes, contudo, a interação virtual é insuficiente.

Nesses casos, o aluguel de uma sala em um escritório virtual pode trazer grandes benefícios, pois o local da reunião ou encontro profissional pode ser escolhido em um endereço mais próximo da residência dos participantes. O Escritório Virtual Espaço 2D, por exemplo, situado na Zona Sul e em local de fácil acesso e bem-servido de transporte público (ônibus e metrô), é uma excelente opção.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Escritórios Virtuais: solução para grandes também

Muitas pessoas, quando apresentadas pela primeira vez ao conceito de escritórios virtuais, assumem ser esta uma solução direcionada para pequenas empresas.

Sem dúvida, os escritórios virtuais podem ser uma excelente alternativa para micro e pequenos empresários, assim como profissionais liberais, pois permitem grande economia na montagem e manutenção da estrutura de atendimento e trabalho de suas atividades.

O que poucos sabem é que grandes empresas e grupos multinacionais também são freqüentes usuários dos escritórios virtuais.

Um exemplo é a contratação de um escritório virtual por uma grande empresa durante o período pré-operacional da montagem de um novo escritório ou filial

Nessa situação, um grupo pequeno de funcionários usa o escritório virtual contratado como base de operações enquanto estuda o novo mercado, viabiliza a instalação do escritório definitivo, efetua o recrutamento dos novos funcionários e contacta os futuros clientes.

O leitor talvez fique surpreso, mas um típico exemplo é nada mais nada menos que o Google Brasil (!). Antes de se instalar em sua atual sede de quase 2.000 m2 no centro de São Paulo (Av. Brigadeiro Faria Lima, 3900 – 5º andar), a filial brasileira do Google passou cerca de 2 anos ocupando um espaço de trabalho em um escritório virtual na capital paulista.

Sobre o início do Google no Brasil, veja http://googlebrasilblog.blogspot.com/2006/07/os-primeiros-dias-do-google-brasil.html.

Sobre o atual escritório, veja http://googlediscovery.com/2007/04/07/descubra-o-escritorio-do-google-brasil/.

Portanto, da próxima vez que pensar em escritórios virtuais, pense grande...

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Teletrabalho: sua casa é o melhor escritório?

O instituto de pesquisa de mercado e opinião pública Market Analysis realizou estudo sobre teletrabalho no Brasil, concluindo que 23,2% da população adulta ativa o adota ao longo do mês, de alguma forma.

Seriam então cerca de 10,6 milhões de teletrabalhadores no Brasil, número que em 2001 não ultrapassava os 500 mil.

De fato, os recursos de trabalho remoto (celular, computadores, e-mails e internet, além do velho telefone fixo) imprimiram tal flexibilidade ao nosso dia-a-dia que muitas tarefas profissionais podem ser feitas em casa, no aeroporto, hotéis etc. Mais produtividade e menos lazer...

"Dentre os que trabalham remotamente todos os dias, pessoas que pertencem à classe A (18%), como os donos das companhias, gerentes e colaboradores de cargos administrativos mais altos são os principais representantes deste comportamento", afirma Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis.

A pesquisa também concluiu que trabalhar de casa é a forma mais popular da modalidade (52%).

Já publicamos um post comparando as soluções de escritório doméstico e virtual (“Profissionalizando” o Home Office com um escritório virtual). Há algum tempo, publiquei um artigo mais extenso sobre o tema, intitulado “Virtual Office ou Home Office?”. Este artigo, ainda não disponível na página do Escritório Virtual Espaço 2D, pode ser lido em http://www.webartigos.com/articles/5756/1/virtual-office-ou-home-office/pagina1.html.

A conclusão é que o trabalho em casa e o escritório virtual não são alternativas concorrentes e sim complementares, já que algumas das limitações do home office podem ser superadas com o apoio de um virtual office.

domingo, 11 de maio de 2008

George Vidor e os escritórios virtuais

Publicado na coluna do jornalista de economia d’O Globo, George Vidor, comentário sobre o crescimento dos escritórios virtuais. Vejam trecho do texto, extraído da edição de 05 de maio:

O ritmo de negócios na economia brasileira tem feito com que se multipliquem os escritórios virtuais, espécie de “hotel” de empresas que necessitam de abrigos temporários por participarem de projetos que exigem presença física no país. Ou mesmo de empresas já aqui instaladas, mas que precisam desses espaços para reuniões de negócios, grupos de trabalho ou treinamento. No caso do Rio, os principais clientes desses business centers são prestadores de serviços para a Petrobras e outras companhias petrolíferas, e ainda instituições financeiras que assessoram empresas envolvidas em grandes negócios.

Cada vez mais a utilidade e flexibilidade dos escritórios virtuais estão sendo reconhecidas, inclusive pelos grandes meios de comunicação. Quem acompanha nossos posts já sabe que grandes e pequenas empresas, de quase qualquer setor produtivo, podem se beneficiar dessa solução de negócios.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Brasil obtém seu primeiro “Investment Grade”

Desde o início do mês de maio, a principal notícia econômica é a obtenção, pelo Brasil, da condição “Grau de Investimento”, concedido pela agência Standard & Poor's (na figura ao lado, manchetes nos principais jornais do mundo).

A S&P reclassificou o país de BB+ para BBB- o que significou nossa promoção ao grupo das nações consideradas “seguras” para investir.

Na prática, isso deverá ampliar o volume de investimentos recebidos do estrangeiro. Melhor ainda, esse investimento virá de fundos e empresas voltados para aplicações de longo prazo, que só têm autorização para investir em mercados que já conquistaram a chancela de bom pagador.

Ficarão para trás os tempos (assim esperamos!) em que o capital especulativo se aproveitava da fragilidade de nossa economia.

O grau de investimento beneficiará também os empresários nacionais, ao criar oportunidades de captação para as empresas brasileiras, com perfil e custos melhores.

Resta a reclassificação pelas outras 2 grandes agências: Fitch e Moody’s. Ainda assim, já se observam os primeiros reflexos positivos, com a subida da Bolsa de Valores e a reversão da expectativa em relação à taxa de juros de longo prazo.

Solidificam-se os sinais de uma nova época para se investir no Brasil, com mais segurança e oportunidades de crescimento. E, como sempre, os escritórios virtuais podem ser uma excelente alternativa para viabilizar ou melhorar o desempenho dos negócios.

Saiba mais sobre escritórios virtuais no website do Escritório Virtual Espaço 2D.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Escritório Virtual Espaço 2D com novas salas

Seguindo nosso objetivo de sempre buscar serviços melhores e mais adequados às necessidades de nossos clientes, o Escritório Virtual Espaço 2D está disponibilizando a seus clientes novas instalações.

Nossa análise de mercado demonstrou uma demanda por espaços mais amplos e flexíveis, capazes de acomodar grandes reuniões, grupos de trabalho maiores e ambientes de treinamento.

Assim, a antiga Sala Personal foi desativada. Em compensação, foram, criadas uma nova Sala Master e a Sala Flex.

A nova Sala Master permite, além de reuniões de até 6 pessoas, a disposição de mesas como postos de trabalho independentes, permitindo sua locação para uma equipe de trabalho de até 3 pessoas.

A Sala Flex (v. foto), por sua vez, é um ambiente de 23 m2 que permite diferentes arranjos: sala de reunião para até 10 pessoas, sala de trabalho com até 4 postos de trabalho independentes e sala de treinamento para até 10 pessoas.

Vale ressaltar que ambas as salas possuem 2 ambientes (sala e ante-sala), banheiro privativo e acesso independente (o cliente pode ter a chave da sala): facilidades raramente encontradas na concorrência.

A resposta do mercado tem sido a melhor possível: a Sala Flex, inaugurada em janeiro, teve taxa de ocupação próxima a 100% e está atualmente reservada até Março de 2009.

A nova Sala Master deverá estar disponibilizada para locação a partir do mês de Maio próximo e promete ser outro sucesso entre nossos clientes.

Breve o website do Espaço 2D será atualizado para registrar essas mudanças, além de novas informações, artigos e material sobre os escritórios virtuais.

Enquanto isso, em nossos próximos posts daremos mais detalhes sobre as novas salas e suas vantagens para aqueles que pocuram um escritório virtual no Rio de Janeiro.